Archive for the ‘[iS]Insert Stories’ Category

[iS]Insert Stories – Confesso…

Hoje teremos o post de mais uma estreante aqui no [iS], a Sra. Mutante.
Esparamos que gostem e COMENTEM!

Confesso…

Queria ser diferente, te dizer tudo o que sinto e penso. Poder te dizer que te amo; que não sei viver sem você; que preciso de ti. Mas não consigo…

Eu queria gritar para mundo que te quero assim como você me quer.Eu sei e sinto que a cada dia sua presença se faz necessária para que meu dia seja completo, mas não sei como demonstrar. Eu não consigo me aproximar de ti, e dizer tudo que deseja ouvir. Mostrar a você o que sinto.
O que digo é verdade!
Com eu queria te abraçar e sussurrar em seu ouvido meus anseios e desejos, mas principalmente, que quero viver contigo para sempre.
Um dia, quando meu peito se encher de coragem, te direi tudo o que sinto, de modo que irá te surpreender e enfim ficaremos juntos. E eu serei sempre sua.


Queria ser diferente, te dizer tudo o que sinto e penso. Poder te dizer que te amo; que não sei viver sem você; que preciso de ti. Mas não consigo…

Eu queria gritar para mundo que te quero assim como você me quer.

Eu sei e sinto que a cada dia sua presença se faz necessária para que meu dia seja completo, mas não sei como demonstrar. Eu não consigo me aproximar de ti, e dizer tudo que deseja ouvir. Mostrar a você o que sinto.

O que digo é verdade!

Com eu queria te abraçar e sussurrar em seu ouvido meus anseios e desejos, mas principalmente, que quero viver contigo para sempre.

Um dia, quando meu peito se encher de coragem, te direi tudo o que sinto, de modo que irá te surpreender e enfim ficaremos juntos. E eu serei sempre sua.

Blog da Sra. Mutante : http://composicao-poetica.blogspot.com/

[iS]Insert Stories – Um Conto de Amor

Essa semana contaremos com o conto da estreante Ajinomoto-Chan, COMENTEM!!!

Uma história de amor

Desde quando era criança ouvi falar do amor, em filmes, livros ou canções, este sentimento que sempre esteve presente em minha vida. Acabei crescendo ouvindo histórias de cada um que passava por mim, sem falar nas histórias que ouvi de minha mãe. É certo que nem todas me agradaram, mas mesmo com contos infelizes, tinha dentro do coração, a esperança de um dia conhecer o amor. Começou uma nova vida. Cresci, me tornei mulher e com isso vieram os sonhos, as vontades, medos e indecisões. O amor sempre foi visto por mim como um sentimento perfeito, lógico e lúdico. Mas com o passar do tempo, fui vendo e percebendo que nem tudo que os livros e filmes passavam, realmente era o que acontecia na vida real. Para mim o amor com o passar do tempo perdeu o brilho e encanto. Existiam momentos em que eu mesma me perguntava se o amor existia, ou se era só um sonho.  Até que um dia conheci uma pessoa por quem me apaixonei fortemente. Achei que ali estaria meu sonhado amor. Vivi intensamente cada momento, mas não foi o bastante. Seria preciso que nós dois fossemos um só, que ambas as partes cedessem a vontades um do outro e não que somente um tivesse a voz predominante da relação. Sendo assim, o meu tão lindo castelo de sonhos desabou de forma que nenhuma reparação pudesse ser feita. O amor então não existe? Será que se ama somente uma vez? Perguntava-me sem parar. Afinal, me dediquei a este amor, aos meus sonhos que pensava estar realizando, e na verdade, acabei vendo meus planos e amor escapando entre meus dedos. Senti-me em um momento de impotência, não podia resolver nada com a força de meus próprios braços, pois já era tarde demais. Estava amando só e o amor já tinha me dito adeus!
Sofri noites sem dormir, não estava mais presente para amigos, tinha resolvido me fechar e me afastar do mundo. Estava sem esperanças de ser feliz. Sozinha ou acompanhada, não acreditava que seria feliz outra vez. O tempo passou, os ares mudaram e resolvi olhar para o horizonte e percebi então, o quão linda era a vida. Existiram muitas pessoas que quiseram me ajudar, mas cega pela tristeza não consegui enxergar. Até que um dia tudo mudou. A luz voltara a minha vida. Percebi que nem toda felicidade do mundo estava na pessoa que esteve por tempos ao meu lado, e sim na esperança de ser feliz que havia perdido. Vi que a felicidade estava nas coisas mais simples que uma pessoa podia fazer. Não que tivesse perdido a esperança de encontrar a pessoa especial, continuei sonhando, só que com os pés no chão. Levei minha vida sem sofrer nenhuma dor, pois lá no fundo sabia que na hora certa a pessoa que poderia me fazer feliz iria aparecer, e enfim encontraria o amor verdadeiro, profundo e imortal. Quem sabe transcendental? O passado não me atormentou mais, o presente e o futuro era minha real ocupação. A vida se tornou então minha maior felicidade e do passado não restou nem mesmo a saudade. O passado ficou para trás, e uma vez para trás, não volta mais. È a vida que segue. È a história que se refaz!

[iS] Insert Stories #02 – Carta de um Apaixonado

Dando continuidade aos nossos projetos, estamos lançando o numero 02 da nossa nova coluna [iS] Insert Stories. Novamente a Blogueira Laise Righi, do Blog Escritoras de Gaveta, faz um remake dos seus contos, relançando assim o seu 2º conto “Carta de um Apaixonado”. Boa leitura para todos!!!

Por: Laise Righi

Carta de um apaixonado

Pergunto-me se será sempre assim… Se todas as vezes que te encontrar meu coração perderá o sentido de ritmo; se todas as vezes que ouvir sua voz sentirei como se meu pulso estivesse a ponto de explodir; se todas as vezes em que você falar comigo eu ter de me concentrar em te esquecer para poder encontrar minha voz em meio a adoração e confusão.
Pergunto-me, ainda, quando você irá perceber a maneira como lhe trato; o jeito protetor em que lhe envolvo todas as vezes que estamos juntos; a maneira de falar com você, sempre me preocupando com as palavras para não magoá-la; o quanto fica a vontade quando está próxima a mim, relaxando sempre, como se lhe fosse retirado um peso das costas.
Talvez eu nunca tenha tal sorte. Talvez a dor esteja sempre presente, esperando apenas para me torturar com sua ausência. Talvez a maneira com que eu lhe trate faça de mim apenas mais um bom amigo para você, e não o amante em que gostaria de ser.
Jamais saberei o quão feliz poderia ter sido ao seu lado, uma vez que não tive coragem de dizer que te amo. Não saberei se você teria dito sim para meu pedido ou se teria dito não; se continuaríamos sendo amigos acima de tudo ou se nossa amizade teria seu fim junto com minha felicidade.
Hoje não tenho como afirmar nada além de que te amo. Sei também que estou feliz por você ter em mim um conforto, um apoio, por mais que me faça sofrer estar perto de você quando você chora por outro, nada mais importa no mundo a não ser te consolar e te fazer ver o quanto é bela e perfeita.
Percebi, portanto, que te amo muito mais do que poderia suportar, mas nunca terei coragem para demonstrar tamanho amor. Espero que um dia você tenha tal sentimento por mim e me deixe saber, para que assim eu seja plenamente feliz.

[iS] Insert Stories – Saudade

Estreamos hoje a coluna Insert Stories, no qual terá a finalidade de trazer contos e crônicas com temas variados. Diferente das outras colunas, esta terá a participação de vários convidados, além do [iS] Team. Dando o ponta pé inicial, teremos como colunista a já experiente Laise Righi do Blog Escritoras de Gaveta.

Por: Laise Righi

Saudade

Sempre odiei aquele sentimento chato que é denominado saudade e me atormenta todos os dias por causa da ausência do meu melhor amigo, portanto resolvi ligar pra ele.
Durante anos ele foi quase toda a razão da minha existência, mas seu envolvimento com idéias que eram péssimas até mesmo para sua saúde, me obrigaram a manter distância por um tempo. Ele resolveu morar em São Paulo até que as coisas melhorassem e ele pudesse voltar a ser o mesmo garoto que era antes.
São Paulo não ficava assim tão longe, era o que pensava quando tentava me reconfortar enquanto a ferida que ele deixou no peito ardia, mas era longe o suficiente para que não houvesse contato por meses, o que me deixou profundamente desesperada.
Procurei às cegas, em meio às lágrimas, em minha estante o pequeno pedaço de papel azul onde estava escrito o telefone de São Paulo que eu tanto tentava evitar. Ao encontrar peguei o telefone e disquei. Alguém atendeu ao primeiro toque.
“Alô?”, arfei de dor ao reconhecer a voz que eu esperava ouvir; a voz dele.
Sua voz atravessou meu corpo e doeu como uma punhalada em meu peito. Senti toda a angústia que estava estocada em meu coração se unir à raiva por suas escolhas, ao amor e à saudade do meu melhor amigo.
Sua voz lembrou-me também do adolescente que ele era antes do desastre; um adolescente comum que estava sempre rindo e sabia exatamente a hora de falar uma palavra de apoio; lembrou-me de quando ele dormia em minha casa… Parecia tão calmo, belo e inocente.
Essas lembranças me fizeram chorar e recordar de minha última promessa: nunca mais ligar.
Percebi que ainda estava ao telefone e que, por trás do meu choro, ele balbuciava palavras que eu não conseguia entender bem. Ele quase gritava meu nome e, a cada intervalo de seus próprios soluços, se desculpava pelas escolhas que havia feito e por ter quebrado todas as promessas de nunca me abandonar.
Nada falei antes de desligar o telefone. Esperei, ainda chorando, para ver se ele retornaria minha ligação, mas ele não o fez; deixei o telefone cair de minhas mãos trêmulas e deixei que as lágrimas secassem.
O pequeno pedaço de papel azul eu decidi jogar fora e, com ele foram todas as minhas esperanças de que tudo voltasse a ser como antes, que meu melhor amigo voltasse a ser meu porto seguro, minha válvula de escape do mundo real e tenebroso para um mundo de fantasias e alegrias.
Mas agora nada mais importa. Alguns anos após o último telefonema que dei para São Paulo.
Nada mais importa, repito à mim mesma. O vazio deixado por ele nunca será preenchido e as bordas da ferida em meu peito estarão sempre inflamadas, ardendo e me atormentando, até que a última gota de sanidade seja retirada do meu ser e eu finalmente me deixe levar por aquele sentimento chato que é denominado saudade.

Link do conto: http://escritorasdegaveta.blogspot.com/2009/07/saudade.html